Há líderes que se anunciam. E há aqueles cuja voz se reconhece pelo resultado que deixam no mundo. Miriam Zanatta, diretora do Vila Olímpia Bilingual School, pertence — com naturalidade — à segunda categoria.
Em uma Florianópolis que amadurece como polo econômico, tecnológico e cultural do Brasil, a escola que ela conduz tornou-se, em 2026, a 2ª colocada geral no Exame Nacional do Ensino Médio na capital catarinense — feito raro, celebrado com discrição, mas cujo impacto é lido por famílias, empresários e investidores que escolhem o Norte da Ilha para reconstruir a própria noção de qualidade de vida.
Sob sua direção, o Vila Olímpia não se apresenta como uma escola que persegue rankings. Persegue algo mais raro: a formação de pessoas inteiras, capazes de habitar o mundo com pensamento crítico, sensibilidade e propósito. O ranking, quando vem, é uma consequência silenciosa — e, nesse caso, notável.
“Um projeto pedagógico de excelência, turmas pequenas com atendimento personalizado, excelentes professores e um ambiente acolhedor preparam nossos estudantes para o Enem, para os vestibulares e para fazer a diferença no mundo.”
Uma trajetória tecida em quatro décadas de escuta
Formada em Letras e pós-graduada em Gestão Educacional, Miriam construiu sua trajetória em salas de aula antes de chegar ao gabinete da direção. Passou pelos ciclos que hoje conduz — da educação infantil ao ensino médio — e essa vivência atravessa cada decisão que toma: currículo, contratação de professores, escolha de metodologias, arquitetura dos espaços e o próprio tom com que a escola conversa com as famílias.
É uma liderança feminina que combina rigor técnico e sensibilidade humana — atributos raros em um sistema educacional acostumado a escolher entre um e outro. Na sua leitura, gestão escolar contemporânea é, antes de tudo, gestão de vínculos: com o aluno que precisa ser visto, com o professor que precisa ser desafiado, com a família que precisa ser escutada.




Método: excelência construída diariamente
O resultado no Enem de 2026 não é um golpe de sorte — é o amadurecimento de um projeto de quatro anos, no qual Miriam liderou a implantação da metodologia do Sistema Positivo e a consolidação do modelo bilíngue integral. Turmas pequenas, acompanhamento individualizado, professores selecionados por vocação e um ambiente construído para acolher o silêncio necessário ao pensamento profundo — cada peça foi posicionada com intenção.
A partir de 2026, a escola passa também a oferecer dupla diplomação no Ensino Médio, ampliando o horizonte internacional dos estudantes. É mais um passo dentro de uma estratégia que já contempla educação digital, computação criativa, olimpíadas científicas, imersões culturais e um vocabulário pedagógico afinado com o que se pratica nas melhores escolas do mundo.
“Esta conquista é resultado do trabalho intenso dos professores que, nestes quatro anos, vêm preparando nossos jovens.”
A escola como extensão de uma escolha de vida
Para famílias que se mudam para Florianópolis em busca de segurança, natureza e tempo, escolher uma escola deixou de ser uma decisão logística — tornou-se uma decisão patrimonial. É nesse ponto que o Vila Olímpia, sob a liderança de Miriam, ocupa um lugar próprio: uma instituição que traduz, no cotidiano educacional, os mesmos valores que atraem esse novo perfil de residente — excelência, discrição, propósito e visão de longo prazo.
Empresários, investidores e profissionais liberais que relocam suas famílias para o Norte da Ilha encontram na escola um interlocutor à altura das suas ambições educacionais. E encontram, sobretudo, uma diretora que conhece cada aluno pelo nome — algo que nenhum ranking consegue medir, mas que toda família reconhece na primeira visita.
A verdadeira excelência acadêmica é aquela que se constrói em silêncio — e se sustenta em anos de escuta.
O convite
Conhecer o Vila Olímpia Bilingual School é, antes de tudo, conhecer Miriam Zanatta. É entender por que uma geração de estudantes catarinenses tem chegado às melhores universidades do país sem abrir mão da alegria de estudar. E por que a escola se tornou, mais que uma instituição, um endereço de referência para famílias que constroem legado.
Em uma cidade que se reinventa a cada temporada, a constância de uma liderança silenciosa como a dela é, talvez, o mais raro dos ativos.

